James Della Valle, de INFO Online
Cinco redes sociais, com foco em carreira, podem ajudá-lo a conseguir um reposicionamento profissional oferecendo contatos e espaço para currículos.
Sites como o LinkeIn e o Eacademy pode funcionar como uma boa oportunidade para alavancar carreira. Confira as principais características de cada um:
-LinkedIn http://www.linkedin.com/
A rede tem mais de 46 milhões de membros ao redor do planeta e tem representantes de 200 países. De acordo com o site, executivos da lista de companhias Fortune 500 são membros do serviço.
Tudo dentro do LinkedIn é relacionado a trabalho. Diferentemente de outras redes sociais, você não pode adicionar um contato sem que ele conheça você. É preciso utilizar seus colegas para fazer apresentações e conseguir conversar com o profissional desejado.
Outra ferramenta interessante do serviço é a capacidade de opinar sobre o desempenho profissional de colegas. As referências, desde que verdadeiras, podem auxiliar na hora de buscar uma nova oportunidade.
-Eacademy http://www.ecademy.com/
A página tem o objetivo de conectar profissionais, permitir que seus usuários anunciem seus serviços e promover encontros em eventos. Além disso, o site apresenta conteúdo para atualização profissional e dicas sobre como melhor o desempenho.
Clubes, ou comunidades, estão disponíveis para agrupar os profissionais por afinidade e até promover discussões sobre novas técnicas e tendências do mercado.
-Indica http://www.indica.com.br/
O indica é uma iniciativa nacional que também visa ligar profissionais. A principal diferença que uma boa parte do serviço dentro da rede é feita pelos “indicadores”, pessoas responsáveis por apontar os profissionais que as empresas estão procurando.
Alguns “headhunters” ganham comissão pelo serviço que é anunciado nas páginas do site. Os valores variam de acordo com a vaga divulgada.
-Plaxo http://www.plaxo.com/
O Plaxo é o mais parecido de todos com uma rede social comum. A diferença é que ele também é utilizado pelos usuários para divulgar dados profissionais. Entre as comodidades da rede está a possibilidade de conectá-la com outros serviços online também, como Twitter, Facebook e blogs.
Na área de carreira, é possível fazer ligações com outros profissionais e publicar o currículo. Também há uma ferramenta para compartilhar ofertas de emprego.
-Monster http://www.monsterbrasil.com.br/profile_home.aspx
A proposta da Monter é um pouco mais leve. A empresa disponibilizou uma área em seu site para que os visitantes criem seus cadastros e façam contato com outros profissionais, além de exibir seus currículos.
Comentário Natasha Geraldo:
- Business Chamber http://businesschamber.com/
Acrescento a esta lista o Business Chamber, apesar de quase não ter utilizado, acredito que o site seja semelhante ao Linkedin, falta só descobrir qual é o diferencial oferecido.
Fonte. Social Media RH.
Eu gosto de RH
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Bilionários por Acaso, livro lançado nesta semana, mostra a história da maior rede social do mundo
Ambição, genialidade e traição misturam-se à história do Facebook, site que, com mais de 500 milhões de usuários, ostenta o título de maior rede social do mundo. Bilionários por Acaso – A Criação do Facebook, que chega nesta semana às livrarias pela editora Intrínseca, mostra como nasceu o conhecido site de interface azul e branca.
Mark Zuckerberg, um rapaz tímido e antissocial, recebeu a ideia da rede social em uma bandeja quando, em 2003, em um dos refeitórios da Universidade Harvard, se encontrou com o gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss. A dupla queria que Zuckerberg fosse o programador de um espaço on-line onde as pessoas, ao criarem páginas com informações pessoais e fotos, pudessem se conhecer e se relacionar. No início de 2004, foi lançado, então, o Facebook.
O escritor Ben Mezrich narra como o jovem, ao lado do brasileiro Eduardo Saverin, montou os alicerces do site que hoje, avaliado em cerca de US$ 30 bilhões, está entre os mais valiosos, ao lado do Google, que vale US$ 170 bilhões.
Bilionários por Acaso baseou o filme A Rede Social, que, dirigido por David Fincher, de Clube da Luta e Seven – Os Sete Crimes Capitais, estreou no dia 1º nos EUA. No Brasil, o longa deve ser lançado em dezembro.
Para montar sua narrativa, Mezrich entrevistou pessoas que participaram da história da rede social, entre elas os irmãos Winklevoss, que processaram o jovem de 25 anos por cópia, e o paulista Eduardo Saverin, que deixou de ter participações nos lucros quando o site de relacionamento ficou famoso. Até 2009, ano em que o livro foi lançado nos EUA, o autor não se encontrou nenhuma vez com Mark Zuckerbeg, que se negou a ser entrevistado para a obra.

Mark Zuckerberg, ao lado do brasileiro Eduardo Saverin, criou o site que vale cerca de US$ 30 bilhões
Fonte: Destak Jornal
Ambição, genialidade e traição misturam-se à história do Facebook, site que, com mais de 500 milhões de usuários, ostenta o título de maior rede social do mundo. Bilionários por Acaso – A Criação do Facebook, que chega nesta semana às livrarias pela editora Intrínseca, mostra como nasceu o conhecido site de interface azul e branca.
Mark Zuckerberg, um rapaz tímido e antissocial, recebeu a ideia da rede social em uma bandeja quando, em 2003, em um dos refeitórios da Universidade Harvard, se encontrou com o gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss. A dupla queria que Zuckerberg fosse o programador de um espaço on-line onde as pessoas, ao criarem páginas com informações pessoais e fotos, pudessem se conhecer e se relacionar. No início de 2004, foi lançado, então, o Facebook.
O escritor Ben Mezrich narra como o jovem, ao lado do brasileiro Eduardo Saverin, montou os alicerces do site que hoje, avaliado em cerca de US$ 30 bilhões, está entre os mais valiosos, ao lado do Google, que vale US$ 170 bilhões.
Bilionários por Acaso baseou o filme A Rede Social, que, dirigido por David Fincher, de Clube da Luta e Seven – Os Sete Crimes Capitais, estreou no dia 1º nos EUA. No Brasil, o longa deve ser lançado em dezembro.
Para montar sua narrativa, Mezrich entrevistou pessoas que participaram da história da rede social, entre elas os irmãos Winklevoss, que processaram o jovem de 25 anos por cópia, e o paulista Eduardo Saverin, que deixou de ter participações nos lucros quando o site de relacionamento ficou famoso. Até 2009, ano em que o livro foi lançado nos EUA, o autor não se encontrou nenhuma vez com Mark Zuckerbeg, que se negou a ser entrevistado para a obra.

Mark Zuckerberg, ao lado do brasileiro Eduardo Saverin, criou o site que vale cerca de US$ 30 bilhões
Fonte: Destak Jornal
Cuidado com o seu perfil na Internet.
Utilizar as mídias sociais pode fortalecer sua imagem profissional e garantir seu emprego… Ou não.
Consultores de empresas e especialistas em mídias sociais afirmam que os profissionais se sentem mais à vontade para se expressar nas redes do que no ambiente de trabalho. Sem “máscaras”, postam seus melhores ou piores momentos e tendem a opinar sobre diversos assuntos sem receio. Muitas vezes nem se dão conta que estão fazendo de suas vidas um livro aberto. Não por acaso as redes tornaram-se um prato cheio para as empresas que estão contratando ou querem conhecer melhor os hábitos de seus funcionários.
“Com o avanço da tecnologia e a facilidade com que as informações são obtidas e, pelo fato de as pessoas se sentirem mais seguras para falar sobre si nos perfis online, muito da verdade dos candidatos está exposta nas redes sociais. Por isso, os perfis tornaram-se parte da pesquisa para encontrar o profissional ideal”, diz José Augusto dos Santos Castelão, coordenador de recursos humanos da Enken Comunicação Digital.
Além disso, os perfis sociais podem revelar como está a satisfação do profissional com a empresa e como ele se relaciona com as pessoas que fazem parte do seu universo, dizem especialistas. Considerando o conservadorismo do mundo corporativo, todo cuidado é pouco na hora de postar informações pessoais ou profissionais nas redes. O uso inadequado das mídias sociais pode manchar sua imagem profissional e colocar em risco sua carreira.
O Empregos.com.br ouviu um especialista em redes sociais para executivos e dois profissionais da área de recursos humanos a respeito do tema*. Eles orientam os profissionais a como se comportar nas redes de modo apropriado – sob a ótica empresarial – para garantir uma boa reputação no mercado de trabalho.
1. Seja verdadeiro, mas não abra mão do bom senso;
2. Siga pessoas ou comunidades que gostem do mesmo hobby que você. Além de ser uma forma de fazer amizades e trocar informações, pode facilitar uma contratação no momento de as empresas avaliarem seu perfil;
3. Fotos ou vídeos sensuais ou que denotem um perfil noturno excessivo não são recomendados;
4. Publique informações relacionadas ao seu campo profissional;
5. Siga pessoas ou comunidades voltadas a sua área de atuação. Isso mostra que você se preocupa com a sua carreira e com a atualização profissional;
6. Participe das redes de sua empresa;
7. Se você tem dúvidas sobre o que deve ou não publicar quando a informação ou o fato diz respeito à empresa em que trabalha converse antes com seu chefe;
8. Não participe de comunidades de cunho jocoso como “Eu odeio meu chefe”, “Eu odeio minha empresa”, “Eu odeio acordar cedo”;
9. Não faça parte de comunidades consideradas extremistas ou preconceituosas. Um médico que siga uma comunidade denominada “Eu sou a favor do aborto”, por exemplo, pode ser eliminado em um processo seletivo;
10. Jamais desrespeite as normas de uso das redes.
Fontes: Danielle Alves, responsável pela área de recrutamento e seleção da Talk Interactive; José Augusto dos Santos Castelão, coordenador de recursos humanos da Enken Comunicação Digital; Octavio Pitaluga Neto, gestor de mídias sociais para o âmbito executivo da Top Executives Net.
Networking ou “netburning”?
Que as redes sociais são poderosas ferramentas para trocar informações e fazer networking todos sabem. Mas poucos se deram conta de que, utilizadas de modo impróprio, elas podem provocar o efeito contrário, “queimando” a imagem pessoal e profissional. Nesse caso, o indivíduo estaria fazendo “netburning” – para manter o vício corporativo por estrangeirismos.
Para Octavio Pitaluga Neto, gestor de mídias sociais para o âmbito executivo da Top Executives Net, o próprio desconhecimento com relação aos recursos oferecidos pelas redes e a visão distorcida que grande parte dos profissionais tem delas já evidenciam o mau uso das mídias.
Entretanto, na visão de Pitaluga, o bom emprego das redes pode determinar o posicionamento profissional, proporcionar a transparência nas relações, construir uma imagem de confiabilidade e gerar oportunidade de negócios. “Networking adequado pela internet não é aquele em que ocorre troca de informações superficiais, mas aquele que se caracteriza pela gestão do relacionamento”, destaca.
“A melhor utilização das redes sociais vem com a possibilidade da troca de informações pertinentes à carreira. Já vi casos em que um perfil na internet serviu de portfólio. Aliás, as redes cumprem perfeitamente com esse papel”, conclui José Augusto dos Santos Castelão, da Enken Comunicação Digital.
Fonte: Por Rômulo Martins – Emprego.com.br
Consultores de empresas e especialistas em mídias sociais afirmam que os profissionais se sentem mais à vontade para se expressar nas redes do que no ambiente de trabalho. Sem “máscaras”, postam seus melhores ou piores momentos e tendem a opinar sobre diversos assuntos sem receio. Muitas vezes nem se dão conta que estão fazendo de suas vidas um livro aberto. Não por acaso as redes tornaram-se um prato cheio para as empresas que estão contratando ou querem conhecer melhor os hábitos de seus funcionários.
“Com o avanço da tecnologia e a facilidade com que as informações são obtidas e, pelo fato de as pessoas se sentirem mais seguras para falar sobre si nos perfis online, muito da verdade dos candidatos está exposta nas redes sociais. Por isso, os perfis tornaram-se parte da pesquisa para encontrar o profissional ideal”, diz José Augusto dos Santos Castelão, coordenador de recursos humanos da Enken Comunicação Digital.
Além disso, os perfis sociais podem revelar como está a satisfação do profissional com a empresa e como ele se relaciona com as pessoas que fazem parte do seu universo, dizem especialistas. Considerando o conservadorismo do mundo corporativo, todo cuidado é pouco na hora de postar informações pessoais ou profissionais nas redes. O uso inadequado das mídias sociais pode manchar sua imagem profissional e colocar em risco sua carreira.
O Empregos.com.br ouviu um especialista em redes sociais para executivos e dois profissionais da área de recursos humanos a respeito do tema*. Eles orientam os profissionais a como se comportar nas redes de modo apropriado – sob a ótica empresarial – para garantir uma boa reputação no mercado de trabalho.
1. Seja verdadeiro, mas não abra mão do bom senso;
2. Siga pessoas ou comunidades que gostem do mesmo hobby que você. Além de ser uma forma de fazer amizades e trocar informações, pode facilitar uma contratação no momento de as empresas avaliarem seu perfil;
3. Fotos ou vídeos sensuais ou que denotem um perfil noturno excessivo não são recomendados;
4. Publique informações relacionadas ao seu campo profissional;
5. Siga pessoas ou comunidades voltadas a sua área de atuação. Isso mostra que você se preocupa com a sua carreira e com a atualização profissional;
6. Participe das redes de sua empresa;
7. Se você tem dúvidas sobre o que deve ou não publicar quando a informação ou o fato diz respeito à empresa em que trabalha converse antes com seu chefe;
8. Não participe de comunidades de cunho jocoso como “Eu odeio meu chefe”, “Eu odeio minha empresa”, “Eu odeio acordar cedo”;
9. Não faça parte de comunidades consideradas extremistas ou preconceituosas. Um médico que siga uma comunidade denominada “Eu sou a favor do aborto”, por exemplo, pode ser eliminado em um processo seletivo;
10. Jamais desrespeite as normas de uso das redes.
Fontes: Danielle Alves, responsável pela área de recrutamento e seleção da Talk Interactive; José Augusto dos Santos Castelão, coordenador de recursos humanos da Enken Comunicação Digital; Octavio Pitaluga Neto, gestor de mídias sociais para o âmbito executivo da Top Executives Net.
Networking ou “netburning”?
Que as redes sociais são poderosas ferramentas para trocar informações e fazer networking todos sabem. Mas poucos se deram conta de que, utilizadas de modo impróprio, elas podem provocar o efeito contrário, “queimando” a imagem pessoal e profissional. Nesse caso, o indivíduo estaria fazendo “netburning” – para manter o vício corporativo por estrangeirismos.
Para Octavio Pitaluga Neto, gestor de mídias sociais para o âmbito executivo da Top Executives Net, o próprio desconhecimento com relação aos recursos oferecidos pelas redes e a visão distorcida que grande parte dos profissionais tem delas já evidenciam o mau uso das mídias.
Entretanto, na visão de Pitaluga, o bom emprego das redes pode determinar o posicionamento profissional, proporcionar a transparência nas relações, construir uma imagem de confiabilidade e gerar oportunidade de negócios. “Networking adequado pela internet não é aquele em que ocorre troca de informações superficiais, mas aquele que se caracteriza pela gestão do relacionamento”, destaca.
“A melhor utilização das redes sociais vem com a possibilidade da troca de informações pertinentes à carreira. Já vi casos em que um perfil na internet serviu de portfólio. Aliás, as redes cumprem perfeitamente com esse papel”, conclui José Augusto dos Santos Castelão, da Enken Comunicação Digital.
Fonte: Por Rômulo Martins – Emprego.com.br
Arrume emprego pelo twitter.
O serviço de microblogging que virou febre na internet abre boas oportunidades para encontrar trabalho. Veja nossas dicas!
Craques em se expressar em slogans, os publicitários se dão muito bem no Twitter. Muitos arranjam emprego por fazer bonito no microblog. E não só eles. Empresas de todas as áreas vêm usando essa ferramenta para escolher, usando o jargão corporativo, seus novos colaboradores.
Uma procura no search.twitter.com leva a várias ofertas de trabalho. O Twitter virou a página de classificados da modernidade. O último censo dessa rede social (http://twittercentral.com.br/censobr/) mostra que 3/4 dos usuários brasileiros têm menos de 30 anos. Por isso, a maior parte das vagas divulgadas no microblog são para o público jovem, trainees e estagiários.
A agência de publicidade DM9DDB realizou, em outubro do ano passado, um concurso para a escolha de seu novo estagiário de criação. ”Nos três dias de inscrições, só pelo Twitter, chegaram 455 currículos”, diz a supervisora de RH da agência, Duda Lomanto. Do montate, 150 pessoas foram selecionadas para enviar o portfólio. Sete viraram estagiárias e uma, ao fim de três meses, foi efetivada.
Duda Lomanto conta: ”Os profissionais da agência vivem passando para o RH dicas de gente interessante a ser seguida no Twitter”. Gente que às vezes nem sabe que está sendo monitorada pelas suas qualidades acaba sendo ”descoberta” por seguir as pessoas certas.
Taís Amaral, da consultoria de empregos Cia. de Talentos, diz: ”É bom ter cuidado com o que se posta”. Você pode se vender ou se queimar. Assim como a maneira de se vestir ou se comportar pode fechar portas, um perfil com erros de português e fotos bizarras depõe contra você.
O professor do curso de Multimeios da PUC-SP Urbano Nojosa recomenda: ”Crie um perfil só para seguir as empresas e outro mais pessoal”. Use o Twitres.com para fazer o upload do seu currículo – ele será repassado a seus seguidores. Para acessá-lo, use a mesma senha do Twitter.
Juliana Nunes, gerente da consultoria de RH Asap, diz que o Twitter ajuda ”mas não substitui as impressões de uma entrevista ao vivo”. Geralmente, o microblog é ponto de partida de um processo de seleção, mas não substitui as outras etapas.
Para entrar nessa, siga os perfis das empresas recrutadoras: as boas oportunidades, segundo os especialistas, caem sempre no Twitter. O autor de novelas Walcyr Carrasco (@WalcyrCarrasco) recebia tantos pedidos de divulgação de vagas que criou o @Walcyr_Job só para isso. Outras pessoas criaram perfis para postar vagas: o @link_zero é bom para jornalistas e o @tecjobs, voltado para a área de TI. Há vagas também no @Trampos, de Tiago Yonamine, o Sushi, webdesigner do site Planeta Sustentável da editora Abril. Ele criou o perfil para repassar ofertas de vagas que recebia por e-mail aos amigos, nas áreas de publicidade, design e TI. Hoje, Sushi tem 20 mil seguidores e comemora já ter arranjado emprego para mais de 400 pessoas.
Úteis e agradáveis
O http://grouptweet.com filtra o que você escreve. Com esse aplicativo, você decide quem pode e quem não pode ler o que você está prestes a twittar – se não se animou a criar dois perfis (profissional e pessoal), esse recurso é indispensável.
O Yoono (http://bit.ly/lzki) junta toda sua comunicação num espaço só (MSN, Gtalk, Facebook… além do Twitter, claro).
O hootsuite.com é um medidor de popularidade. Com ele, dá para gerar gráficos sobre o que falam de você, organizar as pessoas que você segue por assunto, medir como anda a sua audiência…
Fonte: por Danilo Rodrigues da GLOSS
Craques em se expressar em slogans, os publicitários se dão muito bem no Twitter. Muitos arranjam emprego por fazer bonito no microblog. E não só eles. Empresas de todas as áreas vêm usando essa ferramenta para escolher, usando o jargão corporativo, seus novos colaboradores.
Uma procura no search.twitter.com leva a várias ofertas de trabalho. O Twitter virou a página de classificados da modernidade. O último censo dessa rede social (http://twittercentral.com.br/censobr/) mostra que 3/4 dos usuários brasileiros têm menos de 30 anos. Por isso, a maior parte das vagas divulgadas no microblog são para o público jovem, trainees e estagiários.
A agência de publicidade DM9DDB realizou, em outubro do ano passado, um concurso para a escolha de seu novo estagiário de criação. ”Nos três dias de inscrições, só pelo Twitter, chegaram 455 currículos”, diz a supervisora de RH da agência, Duda Lomanto. Do montate, 150 pessoas foram selecionadas para enviar o portfólio. Sete viraram estagiárias e uma, ao fim de três meses, foi efetivada.
Duda Lomanto conta: ”Os profissionais da agência vivem passando para o RH dicas de gente interessante a ser seguida no Twitter”. Gente que às vezes nem sabe que está sendo monitorada pelas suas qualidades acaba sendo ”descoberta” por seguir as pessoas certas.
Taís Amaral, da consultoria de empregos Cia. de Talentos, diz: ”É bom ter cuidado com o que se posta”. Você pode se vender ou se queimar. Assim como a maneira de se vestir ou se comportar pode fechar portas, um perfil com erros de português e fotos bizarras depõe contra você.
O professor do curso de Multimeios da PUC-SP Urbano Nojosa recomenda: ”Crie um perfil só para seguir as empresas e outro mais pessoal”. Use o Twitres.com para fazer o upload do seu currículo – ele será repassado a seus seguidores. Para acessá-lo, use a mesma senha do Twitter.
Juliana Nunes, gerente da consultoria de RH Asap, diz que o Twitter ajuda ”mas não substitui as impressões de uma entrevista ao vivo”. Geralmente, o microblog é ponto de partida de um processo de seleção, mas não substitui as outras etapas.
Para entrar nessa, siga os perfis das empresas recrutadoras: as boas oportunidades, segundo os especialistas, caem sempre no Twitter. O autor de novelas Walcyr Carrasco (@WalcyrCarrasco) recebia tantos pedidos de divulgação de vagas que criou o @Walcyr_Job só para isso. Outras pessoas criaram perfis para postar vagas: o @link_zero é bom para jornalistas e o @tecjobs, voltado para a área de TI. Há vagas também no @Trampos, de Tiago Yonamine, o Sushi, webdesigner do site Planeta Sustentável da editora Abril. Ele criou o perfil para repassar ofertas de vagas que recebia por e-mail aos amigos, nas áreas de publicidade, design e TI. Hoje, Sushi tem 20 mil seguidores e comemora já ter arranjado emprego para mais de 400 pessoas.
Úteis e agradáveis
O http://grouptweet.com filtra o que você escreve. Com esse aplicativo, você decide quem pode e quem não pode ler o que você está prestes a twittar – se não se animou a criar dois perfis (profissional e pessoal), esse recurso é indispensável.
O Yoono (http://bit.ly/lzki) junta toda sua comunicação num espaço só (MSN, Gtalk, Facebook… além do Twitter, claro).
O hootsuite.com é um medidor de popularidade. Com ele, dá para gerar gráficos sobre o que falam de você, organizar as pessoas que você segue por assunto, medir como anda a sua audiência…
Fonte: por Danilo Rodrigues da GLOSS
Redes Sociais e o RH
A Tecnologia da Informação já comprovou que veio para ficar e atender aos mais variados segmentos profissionais. Como a tendência não poderia ser diferente, os profissionais que atuam na área de RH viram-se estimulados a acompanhar as tendências do mercado. Dentre os recursos que chegaram à realidade corporativa encontram-se as chamadas mídias sociais que ser apresentam através de espaços virtuais como o Linkedin, o Orkut, o Twitter, listas de discussão, grupos de intercâmbios virtuais. Mas, por que as redes sociais conquistaram esse espaço? Confira algumas das razões que levam a área de RH a utilizar cada vez mais os benefícios tecnológicos.
1 – Ampliação e fortalecimento do network - rede de relacionamentos. Hoje, um profissional não deve ficar isolado, acreditando que é auto-suficiente. Isso é o mesmo que nadar por horas em um rio e depois morrer afogado, em uma poça de água.
2 – Quem recorre às redes sociais tem acesso a informações, novidades relacionadas ao negócio da empresa numa velocidade cada vez mais rápida. Isso é imprescindível para quem quer manter-se atualizado e não ficar para trás.
3 - A troca de informações com outros profissionais da área é um benefício valioso para quem recorre à utilização das redes sociais. Vale lembrar que com a correria proporcionada pela globalização, muitas vezes os profissionais não tem oportunidade para se encontrarem pessoalmente.
4 - A disseminação do conhecimento, através da participação em grupos de intercâmbio virtuais tornou-se um diferencial significativo tanto para receber informações, repassar dados importantes para outros profissionais quanto para conhecer cases corporativos sejam esses considerados um sucesso ou mesmo um fracasso.
5 - Agilidade em procedimentos rotineiros como os de recrutamento de seleção. Hoje, os selecionadores podem divulgar vagas, solicitar currículos e alcançar um público-alvo mais indicado para a vaga que precisa ser preenchida.
6 - O feedback diante das necessidades organizacionais pode ser imediato, pois as redes sociais possibilitam uma resposta rápida para profissionais que precisam realizar pesquisas relacionadas a temas relevantes como, por exemplo, as últimas tendências sobre remuneração, benefícios flexíveis, entre outras.
7 - Visibilidade do profissional para mercado e, consequentemente, aumento da empregabilidade, pois que utiliza bem as redes sociais sai do anonimato.
8 - Baixo investimento e facilidade para se conectar com o mundo que está além dos portões das organizações. Isso porque as redes sociais precisam apenas de um ambiente com acesso à internet para abrir horizontes aos profissionais que desejam manter-se em constante processo de evolução.
9 - Através das redes sociais, os profissionais que atuam na área de RH abrem espaço para que as empresas tornem-se transparentes e aumentem as chances de atrair novos talentos.
10 – Graças ao uso das redes sociais, os profissionais podem estreitar o relacionamento com a sociedade. Esse fato é visto com muita seriedade, principalmente pelas companhias que desejam intensificar ações socialmente responsáveis.
Fonte: RH.com.br
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Cuidado com o candidato charmoso, carismático.
Como não se deixar enganar,
O pobre contratante caiu na primeira falácia da contratação, o Mito do Insight Instantâneo, que diz: “Consigo reconhecer um bom candidato só de olhar”. Foi aí que entrou em cena a Síndrome da Pressa Romântica para Julgar. O recrutador se apaixonou; o candidato se mostrava tão radiante e encantador – além de altamente competente – que parecia prescindir de avaliações mais sérias e verificações de referências. Enamorado, o contratante recomendou que o candidato fosse “fisgado” imediatamente; “podemos perdêlo”. As eventuais sugestões em contrário foram vistas como falta de capacidade de julgamento. Ao longo dos séculos, artistas e sábios vêm alertando sobre esse tipo de candidato. Basta lembrar-se de Bizet, de Dame Sans Merci Man de Meredith Wilson. Mesmo assim,os recrutadores iniciantes não percebem. Eis por quê: os candidatos nocivos têm um talento especial para ludibriar recrutadores, fazer com que caiam de amores por eles. Em geral, são personalidades imaturas e narcisistas. Aprendem desde cedo a usar seu poder de manipulação para ganhar um lugar no coração das pessoas.
Eles têm uma capacidade fantástica de eliminar qualquer desconfiança. São indivíduos tão hábeis em ocultar suas falhas, distrair a atenção e passar a culpa adiante que o recrutador, maravilhado, sente que escarafunchar seu passado é não apenas desnecessário, mas também de muito mau gosto – pode provocar a perda da afeição do Amado. Então, o que o recrutador inteligente deve fazer? Pense que, como o lado escondido da Lua, todo candidato tem uma falha escondida. Algumas pessoas chamam isso de fraqueza, Hamlet chamava de grão do defeito, os católicos preferem “pecado original”. Qualquer que seja o nome do fenômeno, sua função é:
Eles têm uma capacidade fantástica de eliminar qualquer desconfiança. São indivíduos tão hábeis em ocultar suas falhas, distrair a atenção e passar a culpa adiante que o recrutador, maravilhado, sente que escarafunchar seu passado é não apenas desnecessário, mas também de muito mau gosto – pode provocar a perda da afeição do Amado. Então, o que o recrutador inteligente deve fazer? Pense que, como o lado escondido da Lua, todo candidato tem uma falha escondida. Algumas pessoas chamam isso de fraqueza, Hamlet chamava de grão do defeito, os católicos preferem “pecado original”. Qualquer que seja o nome do fenômeno, sua função é:
a) descobrir essa imperfeição
b) responder à pergunta: “Essa falha será fatal para desempenhar a função prevista?”.
Para descobrir a falha escondida, é preciso encontrar a “pista vital”. É como se você fosse um detetive examinando um suspeito – embora não haja crime aparente. Você acha que a pessoa é culpada de alguma coisa, mas não sabe do quê. Para desvendar o enigma, realize uma investigação completa, considerando cuidadosamente todas as informações e permanecendo alerta à possibilidade – como no jogo infantil de esconde-esconde – de que a presa poderá apontar a pista vital. Aplique o que eu chamo de Princípio da Imagem Oposta.
Pergunte-se: “Qual a impressão que este candidato mais se esforça para passar?” e imagine que a pessoa é, na verdade, o oposto disso.
Pode parecer duro demais, mas é puro bom senso,pois, como observa Bassanio de O Mercador de Veneza, “não há vício, de por crasso, que não possa revelar aparência de virtude”. É por isso que atrás do valentão há quase sempre um tímido; que o palhaço esconde um depressivo raivoso; o padre, um pedófilo – e a personalidade encantadora, um gambá malcheiroso. Pergunte tudo, obtenha um histórico de vida completo. Investigue o tipo de criação, a escola, a saúde, as finanças, as atuais circunstâncias de vida, a evolução cronológica da carreira – levando em conta os períodos entre empregos – e,por fim,os objetivos de curto e longo prazo.
Faça um retrato real. Para obter referências, fale com pelo menos três ex-chefes. Cabe ao candidato fornecer os nomes de pessoas adequadas e dispostas a falar francamente. Se ele não fornecê-los, procure outro candidato.
No caso de contratações importantes, faça uma avaliação psicológica objetiva. A bateria de testes deve incluir instrumentos de projeção, como o teste das sentenças incompletas de Wareham ou o famoso teste de borrões de Rorschach. Esses exames são mais caros, pois exigem interpretação de especialistas. Por outro lado, também são muito mais difíceis de serem manipulados pelo mais sofisticado dos enganadores.
* John Wareham, famoso
headhunter norte-americano, é autor, entre outros, dos livros Grandes Segredos de um Headhunter e Anatomia do Grande Executivo, ambos esgotados.Como utilizar redes sociais para buscar empregos.
Milhares de informações são trocadas por meio de redes sociais e com elas as oportunidades aparecem a todo momento. Uma pesquisa do website Jobvite.com de abril/maio deste ano apontou que 72% das empresas planejam investir mais em recrutamento por meio das redes sociais e 68% já utilizam redes de relacionamento para dar suporte à seleção de candidatos. Por isso, é importante saber aproveitar as chances para alcançar uma oportunidade de carreira.
A pesquisa também fez ranking com websites que são mais consultados para recrutar profissionais. O Linkedin aparece no primeiro lugar da lista com 95%, o Facebook fica em segundo com 59% e o Twitter em terceiro com 42%. Com essas redes de relacionamento é possível ficar conectado diretamente com quem busca profissionais no mercado. Porém, não basta somente aderir aos sites e ficar esperando as empresas e recrutadores entrarem em contato: o profissional deve ser proativo, trocar informações, conhecer pessoas e divulgar conhecimento.
Uma dica é deixar o perfil sempre atualizado e público (para que possa aparecer em outras ferramentas de busca). Solicitar recomendações ou indicações dos contatos da sua rede, principalmente de ex-colegas ou ex-chefes, pode dar credibilidade ao seu perfil. A Career Center, especializada em recursos humanos, preparou algumas dicas para utilização para cada rede social. Leia a seguir.
Linkedin: diversos recrutadores procuram talentos nesse site. Mantenha sempre atualizado o “professional headline”: aqui é possível dar atenção especial para as competências profissionais. É importante utilizar palavras-chave para que se destaque nas buscas. Vale exercitar o lado ‘marketeiro’, por exemplo: troque “Auditor Sênior da Ernest&Young” por “Auditor Interno para uma das 100 empresas listadas na Fortune”.
Facebook: esse website de relacionamento é um dos mais consultados pelas empresas, o que pode ser bom, pois gera maior visibilidade profissional. É possível publicar interesses e conhecimentos, portanto busque aproveitar a sua expertise e fazer conexão a grupos e discussões nos quais possa expressar seus conhecimentos. Mas tome cuidado com as comunidades as quais você pertence e com os comentários que publica. Pode ser que tenha alguma empresa de olho no perfil. Nunca se sabe quem pode fazer uma busca profissional.
Twitter: mesmo sendo um website de micromensagens é possível focar na expertise e nos conhecimentos, informações mais importantes do que pensamentos pontuais de ‘pós-almoço’. É importante fazer um perfil com nome, link, localização e um minicurrículo. Siga pessoas do mercado de atuação de seu interesse ou no qual gostaria de trabalhar. Seja verdadeiro e íntegro, pois há diversas pessoas seguindo seu perfil no twitter.
Blog: essa é uma das ferramentas estratégicas para demonstrar o conhecimento sobre determinado assunto, bem como sentimentos e pensamentos. Se o objetivo é divulgar o blog abertamente, é imprescindível ter uma boa redação, consistência e credibilidade nos textos.
Essas ferramentas permitem que a empresa faça uma preavaliação da pessoa: os selecionadores podem identificar o perfil, os valores e os interesses pessoais dos profissionais, verificando assim se eles são adequados à cultura e à ambientação da organização, antes mesmo de uma entrevista pessoal.
Por meio do perfil de uma pessoa nesses websites, alguns recrutadores conseguem mais assertividade nos processos de seleção, pois ele revela alguns aspectos da personalidade e características pessoais que podem ser decisivos. Portanto não deixe de olhar com atenção as informações que constam no perfil, tire tudo o que for inadequado e deixe prevalecer o bom senso. Saber aproveitar bem e usar as redes sociais a seu favor será uma grande passo para alcançar uma oportunidade de carreira.
Fonte: Career Center
HSM Online
18/09/2009
HSM Online
18/09/2009
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